Communy: Startup amazonense se destaca no mercado de condomínios

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A tecnologia trouxe transformações imprescindíveis no modo de vida da sociedade. Um levantamento feito pela App Annie, empresa norte-americana de dados do mercado de aplicativos, mostra que o Brasil está entre os cinco países que mais fazem downloads de apps do mundo. O brasileiro gasta em média 200 minutos por dia acessando aplicativos. Em um mundo tão conectado, startups como a Communy vieram para criar soluções que facilitem o dia a dia das pessoas.

Com um aplicativo focado em condomínios, a startup possibilita a comunicação entre moradores, portarias e gestores de maneira mais prática e simples. Além disso, facilita a reserva de espaços comunitários, e autorizações de entrada e saída. O app está disponível para IOS e android.

Muitas idéias de startups surgem como soluções para algumas necessidades. Segundo Pedro Cavalcante, CEO da communy, a caminhada da empresa iniciou quando três dos quatro sócios perceberam a deficiência na comunicação dos condomínios onde moravam.

“Por que meu condomínio não tem um aplicativo? Por que o mercado de Manaus não tem um serviço dessa natureza? Após validar o mercado, identificamos que tinha um oceano azul para explorar e foi assim que começou nossa caminhada”, explica.

Além do Pedro, a startup possui três sócios: Hudson Mitoso (CTO), Felipe Cumaru (CMO), e Lucas Simão (CSO).  Com mais de 40 mil usuários e 80 unidades de moradia, a Communy já alcançou diversas conquistas desde sua fundação. “Temos uma equipe de desenvolvimento, vendas e CS que está empenhada no crescimento da empresa. Temos clientes satisfeitos e engajados”, afirma o CEO.

Pedro também fala sobre a possibilidade de expansão para o Norte e Nordeste. “Validamos muito bem o mercado e estamos a todo o tempo validando o cenário atual. Isso nos dá segurança e traz novas oportunidades”.  

A necessidade de políticas públicas e falta de investimentos são alguns dos principais desafios enfrentados pela startup. Segundo o CEO, para negociar com fundo de investimentos e aceleradoras, a equipe faz viagens para São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre. “Não temos leis ou portarias que isente impostos para startups que está em fase de crescimento. Seria muito bom a isenção de ISS, IPTU e até espaços compartilhados para o dia a dia e eventos como treinamentos e atendimento ao cliente”, explica.

Apesar do cenário em expansão do ecossistema no Amazonas, o contato com outras startups, coworkings e associações contribui para a aceleração desse processo. A Communy cumpre seu papel mostrando as dificuldades enfrentadas e apoia o crescimento das demais startups do estado.


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